O que é a Aliviar
Explicado do começo, sem termo difícil — para quem está só olhando e quer entender antes de falar com alguém. Você não precisa decidir nada lendo isto.
O problema que a gente resolve
Você, ou alguém que você ama, precisa de um médico. E aí começa a parte que ninguém conta: você pergunta para conhecidos, pesquisa na internet e acha listas que parecem propaganda, ouve três opiniões diferentes e não sabe em qual confiar. Marca uma consulta, espera três semanas, sai de lá com mais dúvida do que entrou. E recomeça.
A pergunta que fica sem resposta não é “quem é o melhor médico?”. É “qual desses faz sentido para o meu caso, para a minha vida, e para o que eu aguento agora?” Nenhuma lista responde isso.
O que a gente faz, em uma frase
Um curador estuda o seu caso e volta com três caminhos, explicando cada um — e você escolhe.
Como funciona
Três momentos, sete passos. Quatro deles são seus.
A Curadoria · você conta, a Aliviar estuda
Conversa
Você conta a sua história ao Curador, no seu ritmo. Nunca um formulário.
Sua história reconhecida
O que você disse, nas suas palavras. Você lê e diz: é isso.
Médicos para o seu caso
O Curador confere se há médico para o seu caso. Se não houver, a gente diz antes de começar — e você recebe tudo de volta.
Estudo de cada um
Cada profissional é estudado por fatos conferidos na fonte, com data. Nunca “melhor” ou “pior”.
A Escolha · três caminhos, e a decisão é sua
Três caminhos
Três cartas, lado a lado: o que você pediu e o que foi encontrado em cada um, com fonte e data. O Curador apresenta a você numa conversa.
Sua decisão
No seu tempo. Um dos três, ou nenhum: as duas respostas valem.
O Acompanhamento · a mesma pessoa, o ano inteiro
Acompanhamento
A mesma pessoa que atendeu você no primeiro dia segue com você durante o ano: marca a consulta por você, manda o que levar, e liga depois da primeira consulta.
Três coisas que nos tornam diferentes
Nenhum médico paga para aparecer aqui
Não existe patrocínio, não existe posição comprada, não existe comissão. A gente não recebe nada da sua consulta. É por isso que a carta pode mostrar, sem rodeio, o que não bate com o que você pediu.
Quem estuda é uma pessoa, não um algoritmo
Um curador lê o seu caso e assina o que escreveu. Tem nome e responde pelo que disse. Nada é gerado automaticamente. O curador não é médico: ele não avalia sintomas, não dá opinião médica, não escolhe a especialidade por você e não diz qual médico escolher. O que ele faz é organizar a sua história e conferir cada profissional por fatos, com fonte e data.
A escolha continua sendo sua
A gente não indica um. Apresenta três caminhos legítimos e explica cada um — inclusive o que não bate com o que você pediu. Se o Curador te disser qual escolher, ele estará fazendo o trabalho errado.
O que a Aliviar não é
- Plano de saúde ou convênio
- A gente não cobre consulta nem procedimento.
- Um site de busca de médicos
- Você não recebe uma lista. Recebe três caminhos explicados, com fonte e data.
- Substituto do seu médico
- O cuidado clínico é do médico. A gente organiza o caminho até a consulta.
- Uma segunda opinião médica
- A gente não opina sobre o seu tratamento. Quem escolhe é você.
Quanto custa
R$ 500 por um ano.
Cobre a curadoria inteira, as três cartas, com os três caminhos, e o acompanhamento durante o ano todo — alguém da Aliviar com você para organizar documentos, próximos passos e dúvidas. Pode ser parcelado em até 12 vezes de R$ 41,67, sem entrada.
A consulta com o médico que você escolher é à parte, paga direto no consultório. A Aliviar não recebe nada dessa consulta.
Perguntas que todo mundo faz
Quem decide a especialidade que eu procuro?
Você. A especialidade é definida pela própria pessoa, tenha ela passado por um médico antes ou não. A Aliviar não define especialidade nem avalia sintomas: organiza a sua história e confere cada profissional por fatos, com fonte e data.
Por que eu não procuro sozinho?
Pode, e muita gente faz. A diferença é o que você tem na mão para decidir: sozinho, você compara pelo que está no site de cada um. Aqui, você recebe três cartas, lado a lado: o que você pediu e o que foi encontrado em cada um, com fonte e data.
E se eu não gostar de nenhum dos três?
É uma resposta legítima, e não é fracasso de ninguém. Você diz o que não serviu, e isso muda o que a gente procura na próxima rodada — são até três, e a gente avisa antes da última.
Quanto tempo demora?
No fim da conversa com o Curador, a gente marca com você o dia da entrega, alguns dias depois. Você sai sabendo a data. A gente não promete número antes de ouvir você.
Vocês atendem a minha cidade ou a minha especialidade?
Depende. É a primeira coisa que a gente confere na conversa — e a gente prefere dizer que não do que dizer o que você quer ouvir.
E se vocês não tiverem três profissionais para o meu caso?
O Curador te diz isso antes de começar, não no fim. Se não houver médico para o seu caso, você recebe tudo de volta. Se houver um ou dois caminhos em vez de três, você escolhe: aceita o que há, ou recebe tudo de volta. Você não paga por curadoria que a gente não consegue fazer.
Posso desistir?
Pode. Nos primeiros 7 dias, devolvemos tudo sem perguntar por quê. Antes de receber os caminhos, você desiste quando quiser e recebe tudo. Depois de receber, você encerra quando quiser: o que você pagou pela entrega fica, porque a entrega já aconteceu. Se pagou à vista, recebe de volta o acompanhamento dos meses que ainda não começaram. Se parcelou, paga as parcelas já vencidas e, se elas não completarem a entrega, o que falta segue nas datas de antes; as outras param. O contrato é de um ano e não renova sozinho.
É para a minha mãe, não para mim.
Pode ser, e é comum. Você nos dá o seu contato e, conversando, o nome e o telefone dela — e só isso: a história de saúde é dela para contar, então a gente não pergunta nada disso a você. A gente liga para ela uma vez, diz logo na primeira frase que foi você quem indicou, e pergunta se ela quer conversar. Se quiser, o atendimento começa com ela, e é ela quem assina. Se não quiser, a gente apaga os dados dela e te avisa que não vai acontecer, sem dizer o motivo — a resposta dela já é dela. Você pode pagar pelo atendimento dela; nesse caso você paga, e mais nada: não recebe a história, os caminhos, o nome do médico que ela escolher, nem o que ela contar depois da consulta. A gente sabe que isso pode incomodar quem paga. É assim de propósito.
E se ela não puder decidir por si?
Depende, e a gente prefere dizer antes de você gastar o seu tempo. Se ela tem uma deficiência, ela assina por si: deficiência não tira a capacidade de ninguém, e a gente não presume o contrário — o apoio de que ela precisar para ler e entender, a gente dá. Se ela está sob curatela, quem assina é o curador, apresentando o termo, e ela participa da conversa do jeito que quiser e puder; o que ela disser vale. Se ela é menor de 18 anos, a gente ainda não atende: o nosso trabalho inteiro se apoia no que a própria pessoa conta, e atender criança ou adolescente pediria um serviço diferente, não uma assinatura a mais. E existe o caso mais difícil, que é quando ela não tem curatela mas você sente que ela não está entendendo o que assina. Aí a gente não pode atender, e nenhum papel assinado pela família resolve, porque a autorização teria de ser dela. O caminho existe e passa pela Justiça: curatela, ou tomada de decisão apoiada, que é mais leve e a mantém decidindo, com apoio. A gente diz isso logo na primeira conversa, porque começar um atendimento que teria de parar no meio seria pior para ela e para você.
Meus dados ficam seguros?
O que você conta é usado só para o seu atendimento. Nada é vendido, alugado ou usado para propaganda. Está tudo escrito na nossa política de privacidade, publicada neste site: quem vê o quê, por quanto tempo guardamos e como pedir acesso, correção ou exclusão.
Se quiser conversar
O primeiro passo é uma conversa, e ela não compromete você a nada. A gente escuta o que está acontecendo, explica como funciona, diz quanto custa — e você decide depois, com calma.
Sem dados de saúde agora.




