Política de Privacidade
- Versão
- 1.8
- Em vigor desde
- 04/10/2026
- Idioma
- pt-BR
Esta é a versão em vigor hoje, e você está no endereço permanente dela. Ele nunca muda — é assim que se comprova, depois, exatamente qual texto estava valendo.
POLÍTICA DE PRIVACIDADE — ALIVIAR CURADORIA MÉDICA
Versão: 1.8 · Data: 2026-10-04
O QUE MUDOU NESTA VERSÃO
Esta versão corrige o que a anterior dizia sobre o sistema, nos pontos em que dizia menos do que fazemos, ou dizia o que deixou de ser verdade, e diz o que mudou desde então:
- O registro das conversas guarda o que a pessoa da equipe escreveu sobre cada conversa, e não só a data e o que ficou combinado.
- Quando você aceita um documento, guardamos também o endereço IP e o navegador de onde você aceitou. Depois de um pedido de exclusão, os dois saem: fica só a prova mínima do que você aceitou e do que você nos autorizou por procuração, sem o seu nome, por cinco anos depois do fim da nossa relação.
- Todo pedido feito ao site deixa um registro técnico, com o endereço IP. O registro de acesso ao site e ao login fica seis meses, como a lei manda, num servidor do Google em São Paulo; o resto do registro técnico fica 30 dias no Google, em servidores nos Estados Unidos e nos demais países onde o Google mantém centros de dados.
- Passam a ser nomeadas todas as empresas que trabalham para nós fora do banco de dados, com o país de cada uma: o Google Workspace, onde fica o e-mail da casa; a Resend, que envia os nossos e-mails, e a Svix, que nos avisa se eles chegaram; a Meta, por onde passam as mensagens que você nos manda pela nossa Página, pelo Instagram ou pelo WhatsApp; a Anthropic, a empresa de inteligência artificial que pode pesquisar a trajetória pública dos médicos, e que só é usada quando houver o mecanismo dito mais abaixo; e a Infosimples, que consulta por nós o registro dos médicos no Conselho Federal de Medicina.
- Pedimos o seu CPF na assinatura do contrato, para a cobrança e a nota fiscal.
- Se você chegou por um anúncio ou por um link das nossas redes sociais, guardamos o código de onde você veio, e só ele.
- Antes de alguém da equipe assumir o seu atendimento, as Supervisoras de Jornada veem o seu contato.
- Depois de apagado, um dado ainda pode ficar nas cópias de segurança até 98 dias, conferido todo dia; se uma cópia for restaurada, a exclusão é reaplicada.
- Um resumo das transferências para fora do Brasil, em linguagem simples, tem página própria.
- Quem trabalha na Aliviar passa a ter, nesta Política, uma parte só sua.
- Ao fim dos cinco anos, os seus dados são apagados, e não anonimizados.
- Um pedido de exclusão leva tudo o que é seu, inclusive o que o curador escreveu sobre os médicos do seu caso e a carta que entregamos a você — e os e-mails que você nos mandou.
- Hoje não há medição de audiência em página nenhuma, e nenhuma rotina apaga sozinha os seus dados ao fim dos cinco anos: quem apaga é uma pessoa.
Como a mudança é relevante, você é chamado a ler e aceitar esta versão de novo.
QUEM SOMOS
A Aliviar Curadoria Médica é um serviço operado por Aliviar Conecta Serviços de Assessoria e Gestão Ltda, CNPJ 63.841.181/0001-07, com sede na R. Severino Eleutério, 158, Centro, Areial/PB, CEP 58.140-000.
Você conhece o serviço como Aliviar Curadoria Médica. É a mesma empresa — a marca e a razão social são diferentes, e é isso que este parágrafo existe para dizer.
Encarregado pelo tratamento de dados: Caio Barbosa Padilha de Menezes
Fale com ele: contato@aliviarcuradoriamedica.com.br
Na ausência dele, responde a substituta, Giovana Cezar Simões, pelo mesmo endereço.
Esse é o canal para qualquer coisa deste documento: saber o que temos sobre você, pedir correção, pedir exclusão, ou reclamar.
O QUE FAZEMOS COM OS SEUS DADOS, EM UMA FRASE
Guardamos o que você nos conta para encontrar profissionais que respondam ao que você disse que importa, para acompanhar seu caso até a consulta, e para conversar com você uma vez depois dela. Não vendemos, não alugamos e não usamos seus dados para publicidade.
DUAS PESSOAS, E SÓ DUAS
Esta é a parte que a maioria das políticas não consegue dizer, e a Aliviar consegue: duas pessoas da nossa equipe conhecem a sua história.
- A sua Supervisora de Jornada — quem te atendeu no primeiro dia e acompanha você até o fim.
- O seu curador — quem estuda o seu caso. Não é médico e não faz avaliação clínica: organiza a sua história e compara profissionais dentro da especialidade que você pediu.
Numa clínica você fala com recepção, enfermagem, médico e faturamento: quatro pessoas, cada uma sabendo um pedaço. Aqui são duas, e as duas conhecem o caso inteiro — o que significa que você não repete sua história para ninguém.
No primeiro contato ninguém pergunta nada de saúde. A sua Supervisora de Jornada registra só como te procurar e o que você veio buscar em uma frase. A sua história é contada uma vez, ao curador, na conversa própria para isso.
Se a sua Supervisora de Jornada for assistir a essa conversa, você é perguntado antes — e pode dizer que prefere sem, sem precisar explicar por quê. Se mudar de ideia no meio, ela sai.
O QUE COLETAMOS, E QUANDO
Quando você pede atendimento pelo site
Nome, e-mail ou telefone, e se a busca é para você ou para outra pessoa. Nada de saúde nessa página — está escrito nela, e é verdade no sistema.
Se você chegou por um anúncio ou por um link das nossas redes sociais (a nossa Página e o Instagram), guardamos só o código de onde você veio, para contar quantos pedidos cada anúncio e cada publicação trouxe. Ninguém da equipe lê esse código no seu cadastro, nada disso volta para quem fez o anúncio, nada é gravado no seu aparelho, e o código é apagado em 180 dias.
Quando você nos escreve pela nossa Página, pelo Instagram ou pelo WhatsApp
A mensagem passa pela Meta, a empresa dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp. As da Página e do Instagram ficam lá, e a equipe as lê lá; as do WhatsApp ficam também no nosso sistema, em São Paulo, junto do seu atendimento. Não conte a sua saúde por mensagem: a resposta automática não pergunta nada disso, e a sua história é contada ao curador, na conversa própria para isso.
Quando você contrata
O seu CPF, que pedimos na assinatura do contrato para fazer a cobrança e emitir a nota fiscal, junto com o seu nome e o seu e-mail. Se outra pessoa paga por você, o CPF, o nome e o e-mail da cobrança são os dela, a nota fiscal sai em nome dela, e ela não recebe nada da sua história.
Quando o seu caso começa
Aí sim: a sua história nas suas palavras, o que você já tentou, o que não pode faltar num médico para você, restrições, e os documentos que você escolher enviar (exames, laudos, relatórios) — estes, só depois de você aceitar o termo de dados de saúde do seu contrato.
Isso inclui dados de saúde, que a lei chama de sensíveis e protege mais. É por isso que a coleta acontece numa conversa com uma pessoa, e não num formulário.
Enquanto o caso corre
Registro das conversas com você: a data, o meio (telefone, e-mail, videochamada, pessoalmente ou mensagem) e o que a pessoa da equipe escreveu sobre a conversa — que pode ser um resumo, o que ficou combinado, ou as suas próprias palavras. E também o Perfil que a Curadoria montou e você confirmou, os caminhos apresentados, e a sua decisão.
Quando você aceita um documento
O texto exato que você aceitou, a data e a hora, e o endereço IP e o navegador de onde você aceitou. É o que prova, depois, que você leu aquele texto, e não outro.
Quando você usa o site
Como todo site, o nosso guarda um registro técnico de cada pedido que recebe, seja seu, seja da equipe trabalhando no seu caso: o endereço pedido, a hora, o endereço IP de onde o pedido veio e o navegador. Ele serve para manter o site funcionando e seguro. O registro de cada acesso ao site e ao login — com a data, a hora, o endereço IP, a página e o navegador — fica guardado seis meses, com acesso restrito, porque a lei manda guardá-lo (Marco Civil da Internet, artigo 15); o resto do registro técnico é apagado sozinho em 30 dias.
Depois da consulta
Se você autorizar, e só se autorizar, ligamos uma vez depois da sua primeira consulta e perguntamos, ponto a ponto, se aconteceu o que você tinha dito que não podia faltar. Registramos o que você responder — sim, em parte, não —, o que o médico explicou nas suas palavras, e o que ficou combinado.
Não há campo para diagnóstico, nem nota, estrela ou "você recomendaria". Os espaços livres guardam as suas palavras e o que você entendeu da consulta, e isso pode incluir o que o médico disse.
Se você preferir não contar, isso é uma resposta como qualquer outra, e nada é deduzido dela — nem sobre você, nem sobre o médico. Essa conversa é dado de saúde, e por isso ela tem uma autorização própria, assinada à parte, que você pode recusar sem que nada mude no seu atendimento.
O QUE NÃO MEDIMOS
Hoje nenhuma ferramenta de medição de audiência (analytics) funciona no site. A que usávamos era da Vercel, só funciona em sites hospedados lá, e parou quando a aplicação veio para o Google. Mesmo quando funcionava, ela rodava apenas nas páginas públicas: a página inicial, o pedido de atendimento, e as próprias páginas legais.
A sua área não é medida. Nem o portal do curador, nem a administração, nem as telas em que você conta sua história. A razão é direta: a página que alguém visita depois de já ser assistido é indício da condição de saúde dela, e isso não se coleta por conveniência de métrica.
Isso não é intenção — é regra no código, escrita como lista de permissão: uma página só é medida se alguém a escrever nessa lista de propósito. O padrão é não medir.
O registro técnico de cada pedido (veja "Quando você usa o site") não é medição de audiência, e passa também pela sua área: sem ele não conseguimos consertar uma falha nem ver uma tentativa de invasão. O registro de acesso fica seis meses, porque a lei manda; o resto é apagado sozinho em 30 dias.
O código de onde você veio (veja "Quando você pede atendimento pelo site") também não é medição de audiência: ele é contado só em total por mês, e nunca por pessoa.
POR QUE TRATAMOS CADA COISA
O que — Por quê
Contato (nome, e-mail, telefone) — Para procurar você — é o que você pediu ao preencher
Código de onde você veio — Para saber quantos pedidos cada anúncio e cada publicação das nossas redes trouxe, só em total, e parar de pagar pelo que não funciona
CPF — Para cobrar o que você contratou e emitir a nota fiscal, que a lei exige
Sua história e seus documentos — Para executar o serviço que você contratou: entender o caso e encontrar caminhos
Dados de saúde — Com o seu consentimento específico e destacado, dado à parte do contrato
Registro das conversas — Para que ninguém da equipe precise te perguntar duas vezes a mesma coisa
Documentos assinados — Para provar, anos depois, o que você leu e concordou
Registro técnico de cada pedido ao site — Para manter o site funcionando e seguro: achar falhas e tentativas de invasão. O registro de acesso ao site e ao login, também porque a lei manda guardá-lo por seis meses (Marco Civil da Internet, artigo 15)
O que você conta depois da consulta — Para fechar o seu acompanhamento, e para conferir se o que o profissional declarou por escrito se cumpriu. Com a sua autorização própria, dada à parte
Dois fatos, de forma agregada e sem identificar você — Só se você marcar essa autorização, que é separada e opcional: que um procedimento foi realizado por aquele profissional, com o nome do procedimento e o mês; e se o que ele declarou por escrito se cumpriu. Serve para dizer a outra pessoa, depois, que aquele profissional tem prática atual naquilo. Nunca o desfecho, nunca o que você disse, nunca quantas pessoas. Recusar não muda nada para você
QUEM CONSEGUE VER
Isso não é promessa: é regra no banco de dados, que recusa o acesso de quem não está na lista, mesmo para quem já entrou no sistema.
- As duas pessoas do seu caso — a sua Supervisora de Jornada e o curador — e a administração, para o que for estritamente operacional.
- Você, na sua própria área.
- Antes de alguém da equipe assumir o seu atendimento, as Supervisoras de Jornada da equipe veem o seu contato — como te procurar e o que você veio buscar —, para que uma delas o assuma.
Ninguém mais. Os médicos não acessam seus dados: eles não veem sua história, seus documentos, nem sabem que você existe até que você decida procurá-los.
Documentos e exames ficam em armazenamento privado. Nenhum arquivo seu tem endereço público permanente: para abrir um documento, o sistema cria, na hora e só para quem tem direito a ele, um endereço que vale por um minuto.
Quando compartilhamos com alguém de fora
Só em três situações, e as três dependem de você:
1. Com o consultório do profissional que VOCÊ escolheu, e só depois de você ter escolhido, para marcar a consulta em seu nome. Vão o seu nome, o seu contato e o seu convênio — e nenhum dado de saúde. Antes da sua escolha, nós não perguntamos nada sobre o seu caso a consultório nenhum.
2. Com operadora de plano de saúde, ouvidoria, ANS, Procon, Consumidor.gov.br ou Ouvidoria do SUS, quando você nos autoriza a representar você numa questão administrativa. Isso exige uma procuração assinada por você, para aquele fim; quem só paga pelo seu atendimento não assina por você. Vão os dados necessários para aquele pedido, e a base da lei é a defesa dos seus direitos em processo administrativo (Lei Geral de Proteção de Dados, artigo 11, II, d); a procuração prova o mandato. Depois de um pedido de exclusão, fica só a prova mínima do mandato: a data da procuração, quem a deu (você ou quem representa você, sem nome) e, de cada pedido que enviamos por você, a data, a quem foi (por exemplo, o Procon ou a ANS) e o tipo de pedido, sem texto, documentos, o nome da operadora, a carteirinha ou o protocolo.
3. Quando a lei obriga — ordem judicial ou requisição de autoridade competente.
Fora disso, não compartilhamos com ninguém.
ONDE SEUS DADOS FICAM
O banco de dados e os arquivos ficam em servidores do Google Cloud, na região de São Paulo, Brasil (southamerica-east1) — seus dados de saúde não saem do país. As cópias de segurança ficam na mesma região, e o banco é cifrado com uma chave que só a Aliviar controla.
A aplicação roda no Google Cloud, na mesma região de São Paulo — o site, o portal e cada pedido que você faz a eles.
Quando usamos inteligência artificial com o que você nos contou — por exemplo, para resumir o seu caso a quem assume o seu atendimento —, usamos o Gemini, do Google, pelo Vertex AI, no endereço de São Paulo. O contrato do Google prevê que, nesse endereço, o processamento do modelo fica no Brasil, e o tratamento está no mesmo contrato do Google, com as cláusulas-padrão da ANPD.
O Google processa esses dados por nossa conta e não pode usá-los para outra finalidade.
Até 25 de setembro de 2026, a aplicação rodava na Vercel. Desde então, nenhuma outra empresa processa as requisições do site.
Até 21 de setembro de 2026 o banco de dados e os arquivos ficavam em servidores da Supabase, também em São Paulo. A mudança de fornecedor não mudou o país: os seus dados foram copiados de um servidor em São Paulo para outro servidor em São Paulo, e a cópia antiga foi apagada.
Algumas coisas ficam em outros lugares, e por isso as nomeamos. Nenhuma delas guarda a sua história de saúde:
- O registro de acesso ao site e ao login fica no Google, em São Paulo, por seis meses, com acesso restrito. O resto do registro técnico de cada pedido fica no Google por 30 dias, em servidores nos Estados Unidos e nos demais países onde o Google mantém centros de dados.
- Os e-mails que a Aliviar manda — o recibo do pedido que você faz pelo site, e os que servem para você entrar na sua área, trocar a senha ou saber de uma mudança na sua conta — saem pela Resend, uma empresa dos Estados Unidos que envia e-mails por nossa conta; o envio sai de servidores em São Paulo. Ela recebe o seu endereço de e-mail e a mensagem, e nenhuma dessas mensagens fala da sua saúde. Para nos avisar se cada e-mail chegou, a Resend usa a Svix, nos Estados Unidos, que recebe o seu endereço de e-mail e o que aconteceu com a mensagem (entregue, devolvida ou marcada como indesejada).
- O e-mail da casa, inclusive o do encarregado, fica no Google Workspace, em servidores nos Estados Unidos e nos demais países onde o Google mantém centros de dados: o que você nos escrever por e-mail fica guardado nele. Por isso, não conte a sua saúde por e-mail — a sua história é contada ao curador, na conversa própria para isso. Até setembro de 2026 essa caixa ficava na Hostinger; o que chegou lá foi copiado para a caixa do Google, e a caixa antiga é encerrada até 31 de outubro de 2026.
- As mensagens que você nos manda pela nossa Página, pelo Instagram ou pelo WhatsApp passam pela Meta, uma empresa dos Estados Unidos, em servidores fora do Brasil. As do WhatsApp ficam também no nosso sistema, em São Paulo.
- A Anthropic, uma empresa de inteligência artificial nos Estados Unidos, pode ser usada para pesquisar a trajetória pública dos médicos da Rede e conferir o cadastro deles. Ela só passa a ser usada quando houver, para essa transferência, as cláusulas-padrão da ANPD no contrato dela, ou o consentimento do médico dado à parte, só para isso. Então ela recebe os dados do médico listados nesse consentimento à parte, «Consentimento — a pesquisa da sua formação pela Anthropic, nos Estados Unidos», e nenhum dado seu: a sua história não é enviada a ela. As ferramentas da equipe que poderiam levar algum texto sobre o caso de uma pessoa atendida não usam a Anthropic enquanto as cláusulas-padrão da ANPD não estiverem no contrato dela.
- Para conferir o registro dos médicos no Conselho Federal de Medicina, usamos a Infosimples, uma empresa brasileira que consulta por nós o registro público. Ela recebe o número do registro do médico, e nenhum dado seu.
O Google, a Resend e a Svix, a Meta, a Anthropic e a Infosimples tratam esses dados por nossa conta e não podem usá-los para outra finalidade.
Quando um dado sai do Brasil, duas coisas precisam existir, e nós as dizemos separadas: a base da lei para tratar o dado (Lei Geral de Proteção de Dados, artigos 7º e 11) e o mecanismo que permite levá-lo para fora do país (artigo 33).
- Google — o registro técnico de 30 dias, o e-mail da casa no Google Workspace e o suporte técnico do Google Cloud, que pode acessar de fora do país: a base é a execução do que você nos pediu ou contratou (artigo 7º, V) e, para o registro de acesso, a obrigação legal (artigo 7º, II); o mecanismo são as cláusulas-padrão contratuais da ANPD, incorporadas ao contrato do Google (artigo 33, II, b).
- Meta — a nossa Página, o Instagram e o WhatsApp: a base é a execução do que você nos pediu (artigo 7º, V); o mecanismo são as cláusulas-padrão contratuais da ANPD, incorporadas ao contrato da Meta, no qual a Aliviar é a parte que responde a você e à ANPD (artigo 33, II, b).
- Resend e Svix — os e-mails automáticos: a base é a execução do que você contratou (artigo 7º, V). As cláusulas-padrão da ANPD ainda não estão no contrato da Resend: nós as pedimos, e esta Política será atualizada quando estiverem. Enquanto isso, esses e-mails levam só o necessário (o recibo do seu pedido e o que você precisa para entrar e cuidar da sua conta), e nenhum fala da sua saúde.
- Anthropic — só dados do médico, e só quando houver um destes dois mecanismos: as cláusulas-padrão da ANPD no contrato dela (artigo 33, II, b), ou o consentimento específico e em destaque do médico, dado à parte das demais finalidades, só para essa transferência (artigos 7º, I, e 33, VIII). Enquanto nenhum dos dois existir, ela não é usada. Nenhum dado seu vai a ela.
- A Infosimples fica no Brasil: não há transferência.
O resumo destas transferências, em linguagem simples, está em aliviarcuradoriamedica.com.br/transferencias-internacionais.
Se, apesar do pedido abaixo, você nos contar algo da sua saúde por e-mail ou por mensagem, a base para esse dado é a mesma do resto da sua história: o seu consentimento específico e destacado (artigo 11, I).
Não conte a sua saúde por mensagem, nem pelo WhatsApp: a sua história é contada ao curador, na conversa própria para isso.
POR QUANTO TEMPO GUARDAMOS
Cinco anos depois que a nossa relação termina. Depois disso, os seus dados são apagados, com as mesmas exceções de um pedido de exclusão, que estão logo abaixo.
O prazo é esse porque é o que a lei dá para alguém discutir na Justiça um problema com um serviço prestado (Código de Defesa do Consumidor, artigo 27). Guardar por esse tempo protege você tanto quanto nos protege.
Uma coisa que preferimos escrever do que omitir: a exclusão dos seus dados ao fim dos cinco anos não é automática. É feita por uma pessoa da equipe, e nenhuma rotina a faz sozinha. Outras coisas saem sozinhas, e esta Política diz quais e quando: por exemplo, a prova mínima, ao fim do prazo dela, e as respostas de quem é da equipe, por uma rotina que registra cada saída.
Se você quiser que apaguemos seus dados antes disso, escreva para o encarregado ou abra o pedido na sua área. O pedido é atendido por uma pessoa, não por um sistema.
Um pedido de exclusão leva tudo o que é seu: a conta, o caso, a sua história, os seus documentos, as conversas, o que o curador escreveu sobre os médicos do seu caso, a carta que entregamos a você, e os e-mails que você nos mandou, que apagamos da caixa da casa.
O que continua guardado mesmo depois de um pedido de exclusão, e só isto:
- o registro de que houve contrato e pagamento, e quando, que a lei fiscal obriga a guardar;
- a prova mínima do que você aceitou e de quando você revogou uma autorização: qual texto, o que aconteceu e quando, sem o seu nome, sem o endereço IP e sem o navegador, ligada a você só por um código que confere o seu e-mail se ele for apresentado de novo; e, se você nos deu procuração, a prova mínima do mandato, dita acima. Elas ficam cinco anos, contados da data mais tardia entre o fim do contrato, a última revogação, a última procuração ou o último pedido que enviamos por você, e a exclusão. Depois, saem sozinhas. Se houver reclamação, processo ou fiscalização em curso sobre o seu caso, ficam até que termine. Só o Administrador as lê, com o motivo, e cada leitura fica registrada;
- o registro de cada ato da equipe no seu atendimento — quem fez, o quê e quando —, sem os seus dados;
- um recibo da exclusão, com as datas e as contagens do que saiu, sem o seu nome.
Duas coisas levam mais tempo para sair, e saem sozinhas: as cópias de segurança do sistema guardam o que foi apagado até 98 dias, conferido todo dia (se uma cópia for restaurada, a exclusão é reaplicada), e o registro técnico dos pedidos ao site, por até 30 dias — e o registro de acesso ao site e ao login, que a lei manda guardar por seis meses.
SEUS DIREITOS
A lei te dá o direito de saber o que temos sobre você, corrigir o que está errado, pedir cópia, pedir exclusão, saber com quem compartilhamos, e retirar seu consentimento.
Como exercer: na sua área, em Seus documentos, você abre um pedido — de acesso, correção, exclusão, portabilidade ou revogação — e acompanha o andamento ali mesmo. Se preferir, escreva para o encarregado.
Prazo de resposta: até 15 dias corridos para qualquer pedido. Se precisarmos de mais tempo por complexidade, avisamos dentro desse prazo, com o motivo.
Quem executa o pedido é uma pessoa da equipe, não um automatismo — por isso ele tem um andamento a acompanhar, e não um resultado imediato.
Retirar o consentimento interrompe o serviço daí em diante: sem as informações do seu caso, não há Curadoria a fazer. Não apaga, sozinho, o que já aconteceu.
QUANDO O PEDIDO É PARA OUTRA PESSOA
Nosso formulário permite pedir atendimento para outra pessoa — um pai, uma mãe, um filho.
O que chega até nós, nesse caso, são os SEUS dados: o seu nome e o seu contato. O formulário não tem campo para os dados da outra pessoa, e isso não é promessa — é como ele foi construído.
O nome e o contato dela você nos dá conversando, e é tudo o que pedimos. Nada de saúde dela: se a conversa for para lá, quem estiver do outro lado vai interromper com cuidado. A história de saúde de alguém é dela para contar.
O que fazemos com esse nome: procuramos essa pessoa uma vez, pelo contato que você deu, e dizemos na primeira frase que foi você quem a indicou — ela tem o direito de saber de onde tiramos o telefone dela. Se ela quiser conversar, o atendimento começa com ela, e é ela quem assina os próprios papéis. Se ela não quiser, apagamos os dados dela, não insistimos, e você fica sabendo apenas que não vai acontecer — nunca o motivo, porque a resposta dela já é informação dela.
Você pode pagar pelo atendimento de outra pessoa. Nesse caso você paga, e nada mais: não recebe a história dela, nem os caminhos, nem o nome do médico que ela escolheu, nem o que ela contou depois. Recebe o comprovante e o aviso de que começou e de que terminou. Sabemos que isso pode incomodar quem paga, e é assim mesmo: o que é dela é dela.
Quem pode assinar
- Pessoa maior de 18 anos, capaz: assina por si. É o caso comum.
- Pessoa com deficiência: assina por si, com o apoio de que precisar. Deficiência não tira a capacidade de ninguém, e nós não presumimos o contrário.
- Pessoa sob curatela: quem assina é o curador, apresentando o termo de curatela. Ela participa da conversa na medida em que quiser, e o que ela disser vale.
- Menor de 18 anos: nesta versão do serviço, não atendemos. Não é falta de autorização legal — é que todo o nosso trabalho se apoia no que a própria pessoa conta, e atender criança ou adolescente pediria um serviço diferente.
Há um caso que preferimos dizer antes de você gastar o seu tempo: a pessoa idosa que não tem curatela, mas que a família entende não estar compreendendo o que assina. Nós não podemos atender assim, e nenhum papel assinado pela família resolve — o consentimento teria de ser dela. O caminho existe e é judicial: curatela, ou tomada de decisão apoiada, que é mais leve e preserva a autonomia dela. Dizemos isso logo na primeira conversa, porque começar um atendimento que teria de parar no meio seria pior para todo mundo.
SE VOCÊ É DA EQUIPE DA ALIVIAR
Quem trabalha na Aliviar também aceita esta Política. Além do que vale para todos, a assistente interna (Lívia) registra a sua resposta às cobranças dos atos sob a sua responsabilidade: o botão escolhido, o ato, a data e, quando houver, a hora prometida, sem texto livre. Lê o registro quem tem o ato e, enquanto ele estiver pendente, o Gerente e o Administrador. Antes da sua primeira resposta, fica registrado também que você leu o aviso; esse registro sai quando você deixa a equipe. A base da lei é a execução do seu contrato com a Aliviar (Lei Geral de Proteção de Dados, artigo 7º, V). O registro serve para encaminhar a pendência, e não para avaliar desempenho, perfil ou disciplina; nenhuma consequência funcional decorre dele sem análise humana (artigo 20). Cada resposta é apagada 30 dias depois do vencimento a que responde, nunca fica mais de 90 dias depois de dada, e sai no mesmo ato em que você deixa a equipe. O resto está no guia do seu papel.
MUDANÇAS NESTA POLÍTICA
Cada versão fica registrada com data de vigência e endereço permanente. Se mudarmos algo relevante, a versão anterior continua consultável — você consegue ver a que concordou —, e a sua área pede que você leia e aceite a versão nova.
